Relembre os melhores jogadores escolhidos na Segunda Rodada do Draft da NBA

Selecionado pelo Golden State Warriors na 55ª escolha, o brasileiro Gui Santos foi motivo de euforia para todos os fãs da NBA no país.

E a animação aumentou ainda mais com as boas performances de Gui Santos na Summer League, graças a sua excelente visão e ótimo empenho defensivo.

Embora seja cedo para projetar o futuro de Gui na liga, é importante relembrarmos outros exemplos de jogadores que brilharam na NBA, embora tenham sido escolhidos na segunda rodada do Draft.


Como foi feita a lista?

Analisamos todas as segundas rodadas dos Drafts da NBA desde 1950 até 2022, e separamos os 20 melhores jogadores a serem escolhidos na derradeira segunda rodada.

Nesse sentido, é importante reforçar dois pontos: não optamos por atletas selecionados após a segunda rodada (como o Oscar Schmidt em 1984, por exemplo) e optamos por valorizar os drafts de 1970 em diante.

Isso porque, em edições anteriores, a segunda rodada iniciava a partir da décima quinta escolha geral, que nos dias de hoje seria a primeira escolha pós-loteria.

Além disso, em classes ainda mais antigas, a segunda rodada tinha início ainda mais cedo. A lenda Willis Reed, por exemplo, foi selecionada em 1964 na décima escolha geral, sendo a primeira da segunda rodada.

Dito isso, confira a lista final com os melhores jogadores selecionados na Segunda Rodada do Draft da NBA:

Spencer Haywood (1971) – 30ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Buffalo Braves
  • Honrarias: Hall da Fama, Time de Todos os Tempos da ABA
  • Títulos: 1x Campeão da NBA em 1979-80 (Los Angeles Lakers)
  • Conquistas individuais: 1x MVP (1969-70), 1x Novato do Ano (1969-70), 1x MVP do All-Star Game (1969-70), 1x Time dos Novatos (1969-70), 1x All-ABA (1969-70), 4x All-NBA, 5x All-Star

Um dos grandes nomes da lista, Spencer Haywood teve seu auge antes mesmo de estrear na NBA, quando atuou pelo Denver Rockets, na extinta ABA.

Foi o primeiro jogador a ir direto do Ensino Médio para o basquete profissional, sendo um verdadeiro marco na história do esporte norte-americano.

Porém, precisou lutar pelos seus direitos e não era uma figura bem vista por dirigentes da liga. Todavia isso não impediu que Haywood fosse um grande cestinha em grande parte carreira.

Por outro lado, venceu seu único título assumindo um papel mais defensivo no “Showtime Lakers”.

Alex English (1976) – 23ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Milwaukee Bucks
  • Honrarias: Hall da Fama
  • Conquistas individuais: Cestinha da Liga (1982-83), 8x All-Star, 3x All-NBA

Considerado por muitos a maior lenda da história do Denver Nuggets, Alex English foi um dos cestinhas mais sólidos de toda a década de 1980.

Apesar de não ter o mesmo impacto midiático de Michael Jordan, Larry Bird e Magic Johnson, English teve médias de 26 pontos por jogo em 11 temporadas de altíssimo nível em Denver.

Não à toa segue sendo liderando a franquia em pontos, assistências, jogos e minutos. Todavia, pode ser ultrapassado por um pivô que ainda vai aparecer nesta lista.

Dennis Johnson (1976) – 29ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Seattle SuperSonics
  • Honrarias: Hall da Fama
  • Títulos: 3x Campeão da NBA, em 1978-79 (Seattle SuperSonics), 1983-84 e 1985-86 (Boston Celtics)
  • Conquistas individuais: 1x MVP das Finais (1978-79), 2x All-NBA, 5x All-Star, 9x Time de Defesa

A segunda rodada do Draft de 1976 trouxe para o basquete dois dos jogadores mais subestimados de toda a NBA: Alex English e Dennis Johnson.

Pilar de duas franquias campeãs da NBA (SuperSonics e Boston Celtics), Dennis Johnson foi um excelente armador tanto no ataque, quanto na defesa. Peça-chave por onde passou, Johnson ditava o ritmo das partidas e foi o jogador mais decisivo das Finais de 1979.

Com o Boston Celtics, Dennis Johnson era a engrenagem que fazia a equipe de 1985-86 (considerada uma das melhores da história) funcionar.

Eddie Johnson (1981) – 29ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Kansas City Kings
  • Conquistas individuais: 1x Sexto-Homem do Ano (1988-89)

Ala que colecionou ótimas passagens por Kings, Suns e SuperSonics, Eddie Johnson foi um jogador com números muito sólidos nas décadas de 1980 e 1990.

Chegou a registrar diversas temporadas acima dos 21 pontos de média e foi o melhor reserva da liga na temporada de 1988-89, quando atuava no Phoenix Suns.

Apesar de ser uma figura bem esquecida, merece estar presente nesta lista.

Mark Price (1986) – 25ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Dallas Mavericks
  • Conquistas individuais: 4x All-NBA e 4x All-Star

Muito antes de Stephen Curry e Klay Thompson, Mark Price foi um armador cuja principal arma era o arremesso de longa distância.

Da mesma forma, Price também era um grande especialista em lances livres, e colecionou temporadas acima dos 94% de arremessos convertidos.

Marcou época no Cleveland Cavaliers no final dos anos 80 e começo dos anos 90, mas não conseguiu prevalecer na “Era Michael Jordan”. Contudo, deixou o seu legado para a franquia.

Dennis Rodman (1986) – 27ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Detroit Pistons
  • Honrarias: Hall da Fama, Time dos 75 Maiores da História da NBA
  • Títulos: 5x Campeão da NBA (2x Detroit Pistons e 3x Chicago Bulls)
  • Conquistas individuais: 2x Defensor do Ano, 2x All-NBA, 2x All-Star, 8x Time de Defesa, 7x Líder de Rebotes

Escolhido pouco depois de Mark Price, Dennis Rodman é, sem dúvida alguma, um dos atletas mais marcantes e intrigantes de todas as Quatro Grandes Ligas Norte-Americanas.

Não apenas pelo seu estilo fora das quadras, como também por sua entrega dentro das quatro linhas, sendo um grande líder defensivo que comandou duas das grandes dinastias da liga.

Extremamente versátil na defesa, e com uma impulsão impressionante, Rodman foi o melhor reboteiro da NBA moderna e conseguia marcar lendas como Magic Johnson, Michael Jordan e até mesmo Shaquille O’Neal.

Jeff Hornacek (1986) – 46ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Phoenix Suns
  • Conquistas individuais: 1x All-Star (1991-92)

Certamente, Jeff Hornacek foi um jogador indispensável para duas das franquias mais competitivas da década de 1990: Phoenix Suns e Utah Jazz.

Com um jogo seguro e eficiente, Hornacek chegou a ser All-Star na temporada de 1991-92, e foi constante em toda sua carreira, que se encerrou no começo dos anos 2000.

Além disso, poderia ter sido tricampeão da NBA. Porém, Hornacek teve Michael Jordan pelo caminho em todas as Finais que disputou.

Steve Kerr (1988) – 50ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Phoenix Suns
  • Títulos: 5x Campeão da NBA (3x Chicago Bulls e 2x San Antonio Spurs)

Diferente de outros jogadores da lista, Steve Kerr nunca chegou ao nível de um All-Star. Tão pouco colecionou boas temporadas enquanto cestinha. Entretanto, poucos atletas foram tão vencedores quanto Kerr.

Presente no segundo tricampeonato do Chicago Bulls e na ascensão do San Antonio Spurs, no começo dos anos 2000, Kerr era um reserva que cumpria perfeitamente seu papel, acertando arremessos para três pontos.

E com os ensinamentos dos dois maiores técnicos da história (Phil Jackson e Gregg Popovich), Steve Kerr se desenvolveu como técnico e é um dos responsáveis pelo atual Golden State Warriors (e deve ser o técnico de Gui Santos).

Nick Van Exel (1993) – 37ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Los Angeles Lakers
  • Conquistas individuais: 1x All-Star (1997-98) e 1x Time dos Novatos (1993-94)

Grande promessa do Los Angeles Lakers no período de transição da “Era Magic” para a “Era Kobe”, Nick Van Exel teve certo destaque na franquia californiana.

Em Los Angeles chegou ao All-Star Game (1997-98), mas não desfrutou da dinastia de Kobe Bryant e Shaquille O’Neal.

Seguiu jogando em alto nível no Denver Nuggers, onde chegou a registrar 9 assistências por jogo. Não há dúvidas de que Van Exel merece estar nesta lista.

Manu Ginobili (1999) – 57ª escolha geral

Manu Ginobili: “Entrar no Hall da Fama é uma vitória coletiva”
Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: San Antonio Spurs
  • Honrarias: Hall da Fama
  • Títulos: 4x Campeão da NBA (San Antonio Spurs)
  • Conquistas individuais: 1x Sexto Homem do Ano (2007-08), 2x All-NBA, 2x All-Star

Assim como Gui Santos, Manu Ginobili foi outro sul-americano escolhido no final da segunda rodada. E torcemos para que o brasileiro possa seguir os passos do armador argentino na liga.

Afinal, Ginobili foi um verdadeiro maestro da dinastia mais silenciosa da NBA, com o San Antonio Spurs, atuando pela franquia em toda a sua carreira.

Porém, antes de estrear na equipe texana, Ginobili passou 3 anos desenvolvendo seu jogo na Itália, e chegou pronto para brilhar nas quadras norte-americanas em 2002-03.

Está entre as maiores lendas do Spurs e, segundo a opinião de diversos especialistas, o maior jogador sul-americano da história do basquete.

Michael Redd (2000) – 43ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Milwaukee Bucks
  • Conquistas individuais: 1x All-NBA (2003-04), 1x All-Star (2003-04)

Grande cestinha do Milwaukee Bucks nos anos 2000, Michael Redd foi a cara da franquia ao longo de 11 temporadas em altíssimo nível.

Com médias de 21.7 pontos por jogo, Redd chegou ao All-Star Game em 2003-04. Curiosamente, o armador teve, em seguida, quatro temporadas com médias de pontos superiores.

No entanto, acabou sendo selecionado ao Jogo das Estrelas apenas uma vez durante seu auge. Por conta disso, Redd acaba sendo outro jogador subestimado e esquecido pelos fãs de basquete.

Gilbert Arenas (2001) – 31ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Golden State Warriors
  • Conquistas individuais: 1x Jogador Que Mais Evoluiu (2002-03), 3x All-NBA, 3x All-Star

O armador Gilbert Arenas, definitivamente, marcou época no Washigton Wizards. Tanto que, em um breve momento de sua carreira, chegou a ser considerado um “superstar” na liga, entre 2004 e 2007.

Em oito temporadas na franquia da capital norte-americana, Arenas teve excelentes médias de 25 pontos e 6 assistências de média por partida, e esteve presente em três All-Star Games e três All-NBA consecutivos.

Por outro lado, a figura do armador também chama atenção por um incidente polêmico em 2009, quando sacou uma arma carrega durante discussão acalorada no vestiário do Wizards.

Carlos Boozer (2002) – 35ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Cleveland Cavaliers
  • Conquistas individuais: 1x All-NBA (2007-08), 2x All-Star, 1x Time dos Novatos (2002-03)

Nascido na Alemanha, o pivô Carlos Boozer teve uma carreira sólida e registrou bons números por onde passou: Cleveland, Utah, Chicago e Los Angeles.

Seu auge individual, todavia, foi pelo Jazz, em que teve médias de duplo-duplo com 20 pontos por jogo, como o ala-pivô da equipe. Embora não tenha sido um superastro, Boozer sempre foi um jogador eficiente.

Sua melhor chance de título foi pelo Bulls do MVP Derrick Rose. No entanto, a lesão da jovem estrela impossibilitou Boozer de ter seu anel de campeão da NBA – o que não diminui sua ótima carreira.

Kyle Korver (2003) – 51ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: New Jersey Nets
  • Conquistas individuais: 1x All-Star (2014-15)

Antes e depois da revolução de Golden State Warriors, Kyle Korver sempre foi um exímio arremessador de três pontos, sendo atualmente o quinto jogador com mais arremessos de 3 convertidos na história da liga.

Do mesmo modo, Korver também teve excelentes aproveitamentos nos arremessos de média distância, bem como na linha de lances livres, com 6 temporadas acima dos 90% de acertos.

Seu auge veio, curiosamente, em uma das equipes mais coletivas que a NBA já viu: o Atlanta Hawks de 2014-15.

Ao lado de Paul Millsap, Al Horford e Jeff Teague, Korver chegou ao All-Star Game e chegou as Finais do Leste contra o Cavaliers de LeBron James e companhia.

Monta Ellis (2005) – 40ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Golden State Warriors
  • Conquistas individuais: Jogador Que Mais Evoluiu (2006-07)

Antes dos Splash Brothers, o Golden State Warriors foi comandado pelo armador Monta Ellis nos anos 2000 e começo da década de 2010. Sendo a principal estrela da franquia em suas sete primeiras temporadas, Ellis era o grande pontuador da equipe.

No entanto, suas temporadas acima de 24 pontos por jogo não levaram Ellis para nenhuma edição do All-Star Game, embora tenha vencido o prêmio de Jogador Que Mais Evoluiu em 2006-07.

Após o crescimento de Curry, Ellis seguiu seu rumo para outras franquias, e teve boas passagens por MIlwaukee e Dallas antes de se aposentar, em 2017.

Lou Williams (2005) – 45ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E

Selecionado por: Philadelphia 76ers
Conquistas individuais: 3x Sexto-Homem do Ano

Escolhido pouco depois de Monta Ellis, no Draft de 2005, Lou Williams pode ser considerado o melhor reserva da história da NBA. Sobretudo, pelos seus três títulos de Sexto-Homem do Ano.

Tendo boas passagens por Sixers, Hawks, Raptors, Lakers e Hawks, Williams se consolidou como um grande jogador na liga com a camisa do Los Angeles Clippers, franquia em que teve seus melhores números e conquistas.

Poucos jogadores comandaram tão bem a segunda unidade de uma franquia quanto Lou Williams, e não há dúvidas de que ele merece todo o reconhecimento excelente carreira – que ainda não terminou.

Marc Gasol (2007) – 48ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Los Angeles Lakers
  • Títulos: 1x Campeão da NBA em 2018-19 (Toronto Raptors)
  • Conquistas individuais: 1x Defensor do Ano (2012-13), 2x All-NBA, 3x All-Star, 1x Time de Defesa (2012-13), 1x Time dos Novatos (2008-09)

O pivô espanhol Marc Gasol fez o caminho inverso de Pau Gasol, sendo draftado pelo Lakers, mas indo para o Memphis Grizzlies, franquia em que fez ainda mais história que seu irmão.

Juntamente com Zach Randolph, Marc Gasol é tido como um dos maiores jogadores da história do Grizzlies, sendo três vezes All-Star e Defensor do Ano na temporada de 2012-13.

Seu ápice, no entanto, não resultou em títulos. Porém, na temporada 2018-19, Gasol foi trocado para o Toronto Raptors. Pela franquia canadense, Gasol fez parte do histórico título do Raptors diante do Warriors.

Atualmente joga em sua terra natal, e em breve deverá se aposentar das quadras. Fica a dúvida se Marc Gasol estará no Hall da Fama da NBA. Qual sua opinião?

Draymond Green (2012) – 35ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Golden State Warriors
  • Títulos: 4x Campeão da NBA (Golden State Warriors)
  • Conquistas individuais: 1x Defensor do Ano (2016-17), 2x All-NBA, 4x All-Star, 7x Time de Defesa, 1x Líder em Roubos de Bola (2016-17)

O carismático e cerebral Draymond Green é um dos grandes símbolos da dinastia do Golden State Warriors, sendo o pilar defensivo e uma peça-chave no ataque mortal da franquia de San Francisco.

Green também se notabiliza por ser um dos grandes defensores da história do basquete, com um estilo de jogo similar ao de Dennis Rodman. Tanto no empenho defensivo, pressionando o erro do adversário, quanto na excelente distribuição de jogo.

Tido por muitos como “falastrão”, Green é um dos últimos trash-talkers da liga e ostenta um retrospecto invejável de vitórias em Finais (4 de 6).

Draymond Green ainda deve jogar mais temporadas em alto nível, mas caso se aposentasse hoje, já teria todas as credenciais para ir direito ao Hall da Fama.

Khris Middleton (2012) – 39ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Detroit Pistons
  • Títulos: 1x Campeão da NBA em 2020-21 (Milwaukee Bucks)
  • Conquistas individuais: 3x All-Star

O ala Khris Middleton é outro campeão da NBA para nossa lista. Todavia, para chegar lá, Middleton passou por um processo de evolução temporada após temporada.

E com seu desenvolvimento junto ao astro Giannis Antetokounmpo, Middleton se transformou em um All-Star, além é claro, de ser um jogador indispensável para o sistema do Milwaukee Bucks funcionar.

Atualmente, forma ao lado de Giannis e Jrue Holiday um dos big-threes mais versáteis e eficientes da liga, tanto no ataque, quanto na defesa. Com os três saudáveis, Middleton pode aumentar mais prêmios para sua galeria.

Nikola Jokic (2014) – 41ª escolha geral

Foto: Reprodução/NBA E
  • Selecionado por: Denver Nuggets
  • Conquistas individuais: 2x MVP, 4x All-NBA, 4x All-Star, 1x Time dos Novatos (2015-16)

Pivô com o estilo plástico, Nikola Jokic é um dos responsáveis por modernizar a posição, com sua inteligência e versatilidade, arremessando de longa distância e distribuindo passes preciosos.

Como resultado, Jokic é o pivô com as melhores médias de assistência da história e levou dois prêmios de MVP consecutivos, no último, se notabilizando por “jogar sozinho” no Denver Nuggets – sem o apoio de outro All-Star.

Além disso, suas médias de pontos por jogo só aumentar anos após ano, juntamente com seu índice de rebotes. Com apenas 26 anos, Jokic ainda pode consolidar ainda mais o seu nome como uma lenda do basquete.


E esta foi a nossa lista. Acha que faltou algum nome? Deixe nos comentários sua opinião!

E será que Gui Santos irá seguir o caminho destes jogadores? Fica aqui nossa torcida para isso!

Curtiu o texto? Aproveite e também siga o Fora no TwitterFacebook e Instagram!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s